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Património Local

Trabalhos realizados pelos alunos dos 7.º A, D e F, na disciplina de Comunic'Arte:

Fernando Pessoa: o homem e o artista

A turma 12.º E - Artes Visuais - participou numa sessão orientada pela professora bibliotecária, em articulação com a docente de Oficina de Artes, dedicada a Fernando Pessoa. Partindo da pergunta "Até que ponto a sua personalidade influenciou a forma como escreveu?", os alunos refletiram sobre a complexidade do autor. Falou‑se da multiplicidade de vozes que Pessoa criou ao longo da vida, os seus heterónimos, entendidos como uma forma singular de expressão artística. Cada um d

Notas do Mundo

A exploração da literacia financeira em Cidadania e Desenvolvimento abriu caminho para um trabalho interdisciplinar que rapidamente ganhou forma em Educação Visual. Partindo da ideia de que o dinheiro é também imagem, símbolo e design, os alunos dos 9.º C, D e E foram convidados a olhar para as notas como objetos culturais que comunicam identidade. Cada aluno escolheu um país e um monumento representativo desse país. Com base numa paleta cromática reduzida, desenvolveu a sua

Porque, de Sophia Melo Breyner Andresen - 9.º B

Porque Porque os outros se mascaram mas tu não Porque os outros usam a virtude Para comprar o que não tem perdão. Porque os outros têm medo mas tu não. Porque os outros são os túmulos caiados Onde germina calada a podridão. Porque os outros se calam mas tu não. Porque os outros se compram e se vendem E os seus gestos dão sempre dividendo. Porque os outros são hábeis mas tu não. Porque os outros vão à sombra dos abrigos E tu vais de mãos dadas com os perigos. Porque os outros

Porque, de Sophia Melo Breyner Andresen - 9.º A

Porque Porque os outros se mascaram mas tu não Porque os outros usam a virtude Para comprar o que não tem perdão. Porque os outros têm medo mas tu não. Porque os outros são os túmulos caiados Onde germina calada a podridão. Porque os outros se calam mas tu não. Porque os outros se compram e se vendem E os seus gestos dão sempre dividendo. Porque os outros são hábeis mas tu não. Porque os outros vão à sombra dos abrigos E tu vais de mãos dadas com os perigos. Porque os outros

Ontem à noite tive uma gala

Ontem à noite tive uma gala Ontem à noite tive uma gala. Era uma linda sala Com arte barroca talhada a ouro E gárgulas com olhos de esmeralda, Numa cadeira de eucalipto era onde me sentava Enquanto ansiosamente pelos meus convidados aguardava. Esperava euforicamente Pela chegada dos meus tormentos, Todos os meus erros, maus atos e sofrimento, Mal podia esperar para remoer no passado E analisar repetidamente Cada momento em que tinha errado. Lembrava-me vividamente do último e

A new little girl

There once was this little girl, Who lookep up and never down There once was this little girl Who always did the impossible There once was this little girl Who never feared anything But this little girl Growed up This little girl started seeing in all directions And still got lost This little girl started to do what was only possible Cause the impossible was now too impossible This little girl started to fear the worst And forgot to stop Now, she's a mess Now she's happy, an

Life of a girl

The world is so unfair At least for a little girl The unwanted stares The unwanted call Since when has it been this bad To be a woman? To yearn to noy bring atention To feel scared at night To not wanting to go outside To not bea woman Why has the world turn like tis Why have men become like this Why has the world become like this? This, Is what no one tells you about This is the part everybody´s scared And it´s hard It´s exhausting But most importantly, It´s scary. Matilde

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